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Dr. Marcelo Acosta — Neurocirurgia · Cirurgia da Coluna

Guia · Médico especialista em coluna

Como escolher um médico especialista em coluna: quando procurar e o que avaliar na consulta

Dor nas costas que não passa, formigamento que desce pela perna, um laudo de ressonância cheio de termos. Em algum momento vem a pergunta: que médico procurar para a coluna? Este guia explica o que faz um médico especialista em coluna, como reconhecer um, como é a consulta e o que levar, e apresenta o Dr. Marcelo Acosta, que atende em São Paulo.

Conteúdo revisado por Dr. Marcelo Augusto Acosta Goiri — Neurocirurgião — CRM-SP 164159 — RQE 80588. Atualizado em 28 de outubro de 2026.

O que é um médico especialista em coluna

Especialista em coluna é o médico que, depois da residência em Neurocirurgia ou em Ortopedia e Traumatologia, dedicou a formação complementar e a prática à coluna vertebral: do diagnóstico da dor lombar e cervical ao tratamento das doenças que comprimem nervos e medula. As duas residências levam a esse campo. O que define o especialista é o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) da especialidade de origem e a dedicação exclusiva à coluna, não o nome da especialidade. A diferença entre os dois caminhos está em Especialista em coluna: ortopedista ou neurocirurgião?

O que ele trata: hérnia de disco lombar e cervical, estenose do canal vertebral, espondilolistese, compressão radicular, dor facetária, doença degenerativa do disco, fraturas vertebrais e mielopatia. E, tão importante quanto, o que ele reconhece como não sendo da coluna: dor do quadril, do ombro, neuropatias periféricas e doenças inflamatórias, que seguem para outros especialistas.

Qual médico procurar para dor na coluna

Nem toda dor nas costas pede um médico para coluna. Dor lombar ou cervical recente, sem irradiação, sem formigamento e sem fraqueza costuma ser resolvida com orientação, analgesia por tempo definido, movimento e fisioterapia, com o clínico geral ou o fisioterapeuta.

O especialista entra quando a dor irradia para a perna ou para o braço, quando há formigamento ou perda de força, quando a dor persiste apesar de tratamento bem conduzido, quando caminhar fica difícil e melhora ao sentar, ou quando um exame de imagem mostra alterações que precisam ser interpretadas no seu caso. Os critérios estão detalhados em Quando procurar um especialista em coluna e, sintoma a sintoma, em Sintomas da coluna.

Alguns sinais não esperam consulta eletiva: perda de força que progride em dias, dormência na região íntima, dificuldade para urinar ou incontinência, e sintomas neurológicos após trauma. Nesses casos, pronto-socorro com recurso de coluna no mesmo dia.

Como escolher o especialista

  • CRM e RQE conferíveis: os dois números devem aparecer juntos no site, no cartão e na placa do consultório; o RQE pode ser consultado no portal do Conselho Federal de Medicina.
  • Especialidade de origem declarada com clareza (Neurocirurgia ou Ortopedia e Traumatologia) e a dedicação à coluna explícita.
  • Trata em todos os degraus: orientação, medicação, fisioterapia, procedimentos guiados por imagem e cirurgia. E sabe dizer quando a cirurgia não é indicada.
  • Examina antes de olhar a imagem e explica o laudo em linguagem simples: o que explica os seus sintomas e o que é achado comum da idade.
  • Participa de sociedades de coluna e mantém a formação atualizada.
  • Vê a segunda opinião como prática normal, não como afronta. Segunda opinião em cirurgia da coluna.

Como é a avaliação com o especialista em coluna

A consulta começa pela história: onde dói, para onde a dor vai, o que piora e o que melhora, o que veio junto (formigamento, fraqueza, alteração para urinar) e o que já foi tentado. Depois, o exame físico e neurológico: força, sensibilidade, reflexos, marcha, testes que provocam ou aliviam a dor. Só então entram as imagens, lidas na tela junto com você, e não apenas o laudo, para conferir se o que aparece explica o que você sente.

O resultado é um diagnóstico provável, a explicação do que ele significa e um plano com degrau, prazo e reavaliação. Se um exame novo é necessário, ele é pedido com uma pergunta clara. Se a cirurgia entra na conversa, entra com o porquê, as alternativas e o que acontece se não operar. A consulta não é sinônimo de ressonância nem de cirurgia: muitas pessoas saem com orientação, ajuste de medicação e fisioterapia dirigida. Os caminhos estão em Tratamentos da coluna.

Se o seu caso pede essa avaliação agora, a consulta com um especialista em coluna em São Paulo começa pelo exame, não pela imagem.

O que levar na consulta

  • Exames de imagem com as imagens (CD, pendrive ou link), não só o laudo
  • Radiografias dinâmicas (flexão e extensão), se houver
  • Lista de medicamentos em uso e alergias
  • O que já foi tentado (fisioterapia, medicações, infiltrações) e por quanto tempo
  • Uma linha do tempo simples: quando começou, o que piora, o que melhora, o que mudou
  • Relatório ou carta de indicação cirúrgica, se já recebeu uma

O Dr. Marcelo Acosta

O Dr. Marcelo Acosta é médico especialista em coluna em São Paulo. Neurocirurgião (CRM-SP 164159, RQE 80588), formado pela UNIFESP, com mestrado na mesma instituição e treinamento no CHU de Montpellier, na França, concentra a prática no diagnóstico e no tratamento das doenças da coluna: do tratamento conservador e dos procedimentos guiados por imagem à cirurgia endoscópica, minimamente invasiva e convencional, quando indicada. É membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, da North American Spine Society e da AO Spine. O consultório fica no Itaim Bibi:

Av. Nove de Julho, 3452 - Conj 21 - Itaim Bibi, São Paulo - SP, 01406-000
.

Formação completa, filosofia de tratamento e vídeo de apresentação em Sobre o Dr. Marcelo; endereço, horários e formulário em Contato.

Perguntas frequentes

Qual médico cuida da coluna?
O médico especialista em coluna: neurocirurgião ou ortopedista que fez a formação complementar em coluna e se dedica a ela. Para dor recente e sem sinais de alerta, o clínico geral e o fisioterapeuta costumam resolver; o especialista entra quando há irradiação para a perna ou para o braço, formigamento, fraqueza, dor que persiste ou um exame de imagem a interpretar.
Médico para coluna é ortopedista ou neurocirurgião?
Pode ser qualquer um dos dois. As duas residências formam cirurgiões de coluna; o que diferencia o especialista é a subespecialização e a dedicação exclusiva à coluna, comprovadas pelo RQE da especialidade de origem e pela prática diária. O Dr. Marcelo é neurocirurgião com a prática dedicada à coluna.
Como saber se o médico é especialista em coluna?
Confira CRM e RQE juntos, pergunte qual é a especialidade de origem e se a prática é exclusiva em coluna, e observe se ele trata em todos os degraus, e não só na cirurgia. O RQE pode ser consultado no portal do Conselho Federal de Medicina.
Preciso de encaminhamento para marcar com o especialista em coluna?
Não. A consulta pode ser marcada diretamente. O encaminhamento ajuda quando traz o histórico do que já foi feito, mas a avaliação começa do mesmo jeito: história, exame físico e neurológico.
Preciso levar ressonância na primeira consulta?
Não é obrigatório. A avaliação clínica define se e qual exame é necessário. Se já tem exames, leve as imagens, não só o laudo; se não tem, não é preciso fazer "para adiantar".
Especialista em coluna sempre indica cirurgia?
Não. A cirurgia é a exceção, reservada a critérios clínicos definidos: déficit neurológico, dor que não respondeu a tratamento bem conduzido com correlação clara entre imagem e sintomas, ou sinais de compressão que não podem esperar. A maior parte dos planos é conservadora ou passa por procedimentos guiados por imagem.
Neurologista ou especialista em coluna?
O neurologista faz o diagnóstico e o tratamento clínico das doenças do sistema nervoso e não opera. O especialista em coluna avalia a dor mecânica e compressiva da coluna e decide entre tratamento conservador, procedimentos e cirurgia. Quando o quadro sugere doença neurológica difusa, o encaminhamento entre eles é o caminho.
Como é a consulta com o Dr. Marcelo?
Começa pela história e pelo exame físico e neurológico; as imagens são vistas na tela junto com o paciente; ao final, um diagnóstico provável e um plano com degrau, prazo e reavaliação. Atendimento em português e espanhol, no consultório do Itaim Bibi ou, para quem é de fora, por telemedicina quando o caso permite.
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