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Dr. Marcelo Acosta — Neurocirurgia · Cirurgia da Coluna

Tratamento · degrau 1–2

Tratamento conservador

É por onde a maioria dos problemas de coluna começa — e onde a maioria termina. Tratamento conservador não é "não fazer nada": é um plano com objetivos, prazos e reavaliação.

Conteúdo revisado por Dr. Marcelo Augusto Acosta Goiri — Neurocirurgião — CRM-SP 164159 — RQE 80588. Atualizado em 17 de agosto de 2026.

O que inclui

  • Orientação sobre atividade: o que manter, o que ajustar, o que evitar por um período
  • Medicação analgésica e anti-inflamatória por tempo definido, com critérios de segurança
  • Fisioterapia com progressão: analgesia, mobilidade, depois fortalecimento e controle motor
  • Ajustes ergonômicos e de rotina quando fazem diferença real
  • Reavaliação em prazo combinado, para confirmar a evolução ou mudar o plano

Para quem é indicado

Para a grande maioria das lombalgias e cervicalgias mecânicas, para hérnias de disco sem déficit neurológico e para estenoses com sintomas toleráveis. Também é a base sobre a qual procedimentos e cirurgia se apoiam — mesmo quem opera precisa reabilitar.

Quais são os limites

Quando há déficit neurológico progressivo, sinais de compressão medular ou dor incapacitante que não responde após semanas de tratamento bem conduzido, insistir no conservador atrasa a solução. Reconhecer esse ponto é parte do tratamento.

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